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segunda-feira, julho 14

Geração Y - Mau uso da internet atrapalha desenvolvimento intelectual da geração conectada

RIO - Faz pouco tempo, foi lançado nos Estados Unidos um livro chamado "The dumbest generation" ("A geração mais burra"), do professor universitário de inglês Mark Bauerlein. Baseado em várias pesquisas - de órgãos do governo, consultorias e instituições educacionais -, o livro chega a uma conclusão terrível sobre a juventude americana: ela não lê, não acredita no trabalho, não visita museus e outras instituições culturais e sequer consegue explicar métodos científicos básicos ou saber algo de História. "Mas são campeões em entreter-se uns aos outros", diz um texto no site do autor. "Passam uma inacreditável quantidade de tempo trocando eletronicamente historinhas, fotos, deliciando-se com a atenção de seus pares..."

No começo deste ano, uma pesquisa na Inglaterra mostrou que quase 90% dos estudantes começam uma pesquisa por uma ferramenta de busca em vez de ir a um site de biblioteca. E, quando pesquisam livros e jornais eletrônicos, eles não ficam nos sites mais do que oito minutos.

Professores brasileiros também se preocupam

Professores e pedagogos brasileiros também se preocupam com essas constatações, percebendo que a internet, se por um lado é uma fonte valiosa de informação, por outro apresenta uma desorganização intrínseca que acaba levando à dispersão e deixando de fomentar o espírito crítico. Isso começa na escola e atinge até a universidade, onde a indústria dos trabalhos prontos se transferiu para a rede, como se viu em artigo publicado pela "Digital" na semana passada. Mas vai além do meio acadêmico. Já começa a afetar a busca por jovem profissionais que chegam ao mercado, como atesta a psicopedagoga Heloísa Yoshida, diretora da Sistêmica Desenvolvimento de Pessoas, no Rio.


Como um jovem que se formou como "pensante" na base do copy/paste no computador pode apresentar essa postura criativa e com iniciativa?


- Eu oriento carreiras de executivos e jovens vestibulandos e universitários - conta Heloísa. - E há reflexos dessa geração conectada, chamada geração Y (que nasceu a partir de 1980), dentro do mercado. Quando entrevisto candidatos a emprego para empresas, vejo muitos problemas. Por exemplo, as empresas buscam pessoas criativas e com iniciativa. E como um jovem que se formou como "pensante" na base do copy/paste no computador pode apresentar essa postura?

Heloísa explica que, ao contrário da geração anterior, a atual não aprendeu a construir e estruturar o conhecimento, daí a carência de pensamento original na nascente vida profissional.

- A característica da geração atual é o conhecimento descartável - sentencia. - O livro do Bauerlein é sobre o jovem americano, mas é para a juventude americana que o mundo olha, até em função do cinema. Portanto, a geração de que ele fala está em todo lugar.

'Faltam clareza e transparência na comunicação da geração Y'

O acúmulo de conhecimento, sem construção, também leva à falta de assertividade. Que por sua vez causa uma capacidade capenga de comunicação.

- Faltam clareza e transparência na comunicação da geração Y - diz Heloísa. - A vida dependente da tela do computador leva a isso.

Ela diz que num concurso para trainee em empresas privadas, de seis mil candidatos saem cem, se tanto, para o processo de seleção. E aí o talento individual faz mais diferença.

Fonte: André Machado - O Globo

segunda-feira, junho 16

A Internet é Inovadora?

por Gustavo Audi

Percebi que o número de sites na Web é extremamente grande – novos são criados a cada dia. Sites de vídeos, mecanismos de busca, mapas, redes sociais... São iniciativas feitas por pessoas comuns, usuários simples, ou por empresas (grandes e pequenas).

A variedade de serviços prestados é altíssima. O site glassdoor.com, por exemplo, reúne avaliações de empregadores e salários pagos, tudo informado pelo próprio usuário (que fica protegido pelo anonimato). Já o hotpads.com faz uma lista de residências para vender ou alugar – o site organiza tudo em mapas ou listas (o serviço só está disponível nos EUA).

Posso citar uma lista colossal de sites, como strands.com, sobre recomendação; twiddict.com, que publica posts no Twitter; totspot.com, uma rede social para crianças; branddoozie.com, que cria marcas e logos; ou tipjoy.com, onde se pode dar gorjetas a coisas que se gosta. Usei apenas sites de língua inglesa, pois a produção nacional nem se compara às iniciativas dos estrangeiros. No entanto, isso não quer dizer que elas não existam: temos o sonico.com, uma rede social latina; wikicrimes.org, mapeamento de crimes no Brasi; vcvai.com, guia de sugestões.

O local de origem não é importante; importante é perceber o caráter democrático da Web. Com as novas tecnologias de informação e comunicação, tornou-se fácil pôr em prática idéias antes complexas de produzir. Todos podem criar.

Mas até que ponto são realmente criações? Inovações? Será que precisamos desses serviços? O que define o sucesso de um sobre o outro?

Sites que disponibilizam vídeos existem aos milhares: Veoh, Hulu, NewTeeVee, My WeShow, Current TV, e por aí vai... E muitas vezes os vídeos disponíveis em um site são links para outro (My WeShow usa vídeos do Youtube). Redes sociais são criadas constantemente: Hi5, Orkut, MySpace, Facebook, LinkedIn. O número de blogs cadastrados no Technorati ultrapassa os 100 milhões!

Quem usa tudo isso?

A causa dessa inundação de projetos de inovação é a segmentação do conteúdo – serviços cada vez mais específicos são criados com o objetivo de atingir um público diferente. O Facebook como rede social faz bem o seu trabalho, entretanto atingir um nicho mais específico é vantajoso (principalmente porque a idéia principal já foi inventada). Para isso, temos, por exemplo, o LinkedIn, uma rede social voltada para a vida profissional.

É estratégico especificar mais a fim de atingir as pessoas certas para o seu negócio (sim, no final a internet é um imenso negócio). O macete é atacar os 80% dos usuários marginalizados pela lei de Pareto (que afirma que 80% das conseqüências vêm de 20% das causas).

Infelizmente, os desenvolvedores de site decidiram aderir à individualização adaptando algo já existente. Para que inventar a roda se podemos apenas moldá-la ao terreno? É mais fácil criar um modelo sobre outro que já funcionou. Não quero dizer que na internet não há nada original; no entanto, boa parte do que surge hoje em dia é mera cópia cheia de glamour.

O que é o Twitter senão um blog com limite de caracteres? Eles chamam de microblog. A proposta inicial é saber o que se está fazendo (obviamente as pessoas encontraram uma utilidade melhor para essa “idéia”); mas isso já conseguimos fazer através de redes sociais, MSN, blogs... Por que criar um Twitter? Não será surpresa se alguém, no futuro, criar um nanoblog, com limite de uma palavra (de preferência um gerúndio) e slogan: “O que você está fazendo agora, nesse exato minuto, nem um segundo depois?”

A moda na Internet é seguir o modelo das boates. Há um período de vida útil para o estabelecimento. E qual a melhor maneira de voltar a atrair cliente? Exato. Trocar o nome; não precisa nem alterar substancialmente a casa, basta uma nova marca e algumas mudanças no layout (basicamente a função de vender bebida/ouvir música continuará da mesma forma).

Outro exemplo clássico são os sites de busca. O Viewzi busca os resultados no Youtube, Veoh, Blinkx, Yahoo, Google, Fickr, Wikipedia, MSN, Ask, Ebay, Amazon... O diferencial é a forma como o resultado será exibido; neste caso, o usuário opta por texto simples, vídeo, foto 3D, foto 2D, web screenshot etc.

O Viewzi, como inúmeros outros aplicativos da Web, não é inovação; não merece ser chamado de idéia original, pois sua funcionalidade depende de outros mecanismos – além de ser mais um na sua área. A ânsia por uma fatia da internet faz com que, todos os dias, surjam novos blogs, redes sociais, microblogs, mashups e uma infinidade de serviços iguais (para não dizer completamente inúteis). O que sustenta esta indústria é o sonho de ser jogador de futebol: em uma comunidade com centenas de crianças pobres qual a chance de uma delas se tornar o Ronaldinho do futuro? As pessoas apostam nos seus aplicativos como um próximo Google ou My Space.

Por enquanto, a Web 2.0 não inova, ela renova.

terça-feira, junho 3

A rede mundial de pessoas e essa coisa internet

Por Roberto Cassano

Algumas coisas óbvias podem ser surpreendentes. Aliás, olhar e analisar o óbvio é um saudável exercício que todos deveriam praticar. Aconteceu comigo quando fui tentar resumir o que, hoje, é a internet.

Foi como estar num restaurante giratório. Você dá a primeira garfada no bife enquanto observa a vista. E quando está encurralando a última ervilha na borda do prato, olha de novo para a janela envidraçada e se surpreende por tudo estar diferente. Você sabe que está no mesmo restaurante, na mesma cidade, com o mesmo bife com ervilhas, sabe que o restaurante está girando e ainda assim se surpreende ao notar, de repente, que o panorama mudou completamente.

Quando a internet ganhou as páginas dos jornais, na segunda metade dos anos 90 (e quando a maioria de nós formou sua visão do que é esse treco), a palavra-chave para ela era ACESSO. É só lembrar. Uns 9 em 10 comentários mencionavam o fato de você “poder ver os quadros do Louvre sem sair de casa”. Ou a ver Biblioteca do Congresso Americano. Ou acessar as livrarias e lojas do mundo todo. Ou tentar acompanhar uma rádio da Bósnia pelo RealPlayer, com aquela sua conexão horrorosa e picotada.

A internet abriu as portas para um novo mundo. E como era esse mundo? Bem dizia toda e qualquer menção a ela na Rede Globo: “internet – vírgula – a rede mundial de computadores – vírgula”. Era você, humano, entrando num emaranhado de máquinas. Tron. Matrix. Neuromancer.

Éramos forasteiros. Voyeurs de dados.

O que a gente fazia na rede? Surfava. Navegava. Pulava de site em site. A internet, estar online, era, em si, a atividade. Meio e fim.

E nos fascinamos em acompanhar cada passo, cada software, cada inovação, cada viral. Tão atento que somos em buscar o hoje, o agora, o daqui a pouco, nos surpreendemos ao olhar pela vidraça e perceber que, de forma tão contínua que nem notamos, o panorama mudou completamente.

A cada dia, avalanches de novos brasileiros entram na internet. Entram em lan-houses. Ou em seus computadores Positivo comprados em 24 vezes nas Casas Bahia. Brasileiros jovens. Brasileiros velhos.

Brasileiros que nunca ouviram falar do Cadê?. Nunca acessaram o Yahoo!. Nem sabem do JB Online, o primeiro jornal brasileiro na internet. Desconhecem IRC, Napster, guerra dos browsers.

A internet deles é outra. Completamente diferente.

Eles têm o Orkut como ponto de partida. Como seu sistema operacional. É no Orkut que interagem com fotos, com vídeos, com amigos. O MSN é seu e-mail. E para eles, internet não tem nada a ver com acesso. Internet, para eles, é RELACIONAMENTO.

Essa geração (não só etária, mas sobretudo econômica) nunca conheceu uma web solitária, da navegação noturna, surf virtual madrugadas a dentro. As redes sociais não são a mais nova e quente novidade. A web para eles é necessariamente uma atividade social. É inerente. Faz parte. Pão e manteiga. A característica gregária de novo povo, então, torna isso ainda mais forte.

Para eles, a internet não tem a menor cara de “rede mundial de computadores”. É uma rede de pessoas. Amigos, dos amigos, dos amigos. Comunidades das comunidades.

Quando eles “surfam”, é praticamente uma pesca com rede de arrasto. Recentemente, o guru Jacob Nielsen alertou: “os usuários estão ficando mais egoístas e impacientes”. Claro. Nunca tiveram modem de 2.400. Não se fascinam com hiperlinks, sites que se ligam… entram no Google, digitam o que querem, entram no site (pela porta dos fundos), resolvem sua vida, caem fora e vão socializar. A internet já não é fim, é meio.

A gente vem falando isso há alguns anos, mas é como um petista no poder. De repente aquele discurso todo vira realidade, ali do lado de fora da janela giratória. Visões e sonhos realizados são sempre assustadores, porque a gente precisa rapidinho achar algo novo pra sonhar.

Entender, embarcar e respeitar essa nova dinâmica social da rede, portanto, está longe de ser a “nova moda dos publicitários”. E, mais importante, não está ligada a tecnologia nenhuma. Second Life, Orkut, Open Social… não importa. A gente finalmente não está mais falando de computadores.

Já não somos forasteiros na matrix. O mundo é o nosso. Mundo real. Com baleia morrendo, aquecimento global, dengue, PT, Bush e créu. Esse mundo que é uma grande rede mundial de pessoas, onde elas propagam idéias em velocidade estonteante. É nele que estamos inseridos. É ele que vemos do lado de fora da janela. É ele que vemos quando ligamos nossos computadores, celulares, videogames e nabaztags nessa coisa chamada internet.

Originalmente publicado no Webinsider

sexta-feira, maio 23

Domínio genérico também é estratégia de marketing na internet

SÃO FRANCISCO - Um dos endereços de internet (domínios) mais disputados do mundo, o America.com, foi a leilão nesta quinta-feira. Especialistas acreditam que o preço de venda supere o atual recorde da internet, registrado pelo leilão de "sex.com", adquirido por US$ 12,5 milhões.
Os interessados têm até o dia 29 de maio para oferecer lances altos, já que a estimativa é que o endereço não seja vendido por menos de um milhão de dólares.
Atualmente o endereço pertence a um investidor americano, que preferiu não se identificar. No leilão, o domínio será representado pela empresa de transações eletrônicas Sedo e pela companhia suíça de internet Media Consultants.
"Registramos um enorme interesse entre empresas e investidores de todo o mundo", afirmou Paolo Belcastro, diretor da Media Consultans em comunicado. "Trata-se de uma oportunidade única e é muito provável que este endereço nunca mais seja revendido".
Os lances estão sendo registrados no site da Sedo www.sedo.com
publicado no site da globo.com fonte: agência EFE

quarta-feira, maio 21

Another Bubble?

http://br.youtube.com/watch?v=I6IQ_FOCE6I

sábado, maio 17

MKT 3.0

Aula do Márcio Borges MKT Digital - Mídias Digitais na Estácio - RJ

Web 3.0: você lê, escreve e executa.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - GPS - Sabemos onde você está, o que está fazendo e do que está precisando no momento certo e local exato.

MOBILIDADE 3.0 - o mundo nas minhas mãos. Celular, Ipod, Iphone = cinto do Batman! Comunicação presente em qualquer hora e lugar.

REDE SOCIAL 3.0 - zero grau de separação - eu sou o centro do universo e eu sou a minha própria mídia.É a minha customização que interessa.

ME COMERCE - poder de compra pessoal e preferencial.

Condutores que estão provocando essa ruptura: Smart Phone - é intuitivo.Bit Torrent, Last.fm, Second Life, Twitter, Heavy, Facebook, Joost, Ryze, entre outros!

sexta-feira, abril 11

Valor do Yahoo

Depois que li esta notícia, elaborei as seguintes questões:

Como pode ser seguro, concreto e real um setor onde o valor da mercadoria é medido pelo seu potencial e não pelo retorno real financeiro? A primeira bolha não foi uma lição a ser aprendida?

Investidores movidos pela possibilidade de adquirir ações de uma "super inovação" (sites, portais...) injetam seu dinheiro em algo que, em valores monetários, não vale aquilo. O retorno de capital acontece pela valorização da inovação ou pelos sucessivos investimentos em bolsa?

Digamos então que os investidores estejam comprando idéias, e não bens. Mas o que eleva o valor de uma iniciativa (Yahoo!, por exemplo) não é sua popularidade, e sim quanto estão dispostos a pagar por ela em função de sua originalidade.

O Yahoo! ainda é original? Os valores que estão dispostos a pagar ou as jogadas que estão dispostos a fazer realmente refletem sua posição no mercado?

Vivemos em uma sociedade de riquezas virtuais, intangíveis e, portanto, frágeis. Não estou desmerecendo iniciativas como o Yahoo ou o Youtube, mas acho perigoso atribuir tanto valor a algo e de forma tão especulativa.

Deixo por último um trecho do livro de Manuel Castells, "A Sociedade em Rede", sobre a Nova Economia (antes da bolha estourar): A America Online, com dez mil empregados e receita de US$ 68 milhões no quarto trimestre de 1998, foi avaliada em US$ 66,4 bilhões, quase o dobro do valor total das ações da General Motors (US$ 34,4 bilhões), apesar do fato de que a General Motors empregava 600 mil trabalhadores e declarava receita trimestral superior a US$ 800 milhões.

quinta-feira, abril 10

Justiça pode bloquear WordPress no Brasil

Quinta-feira, 10 de abril de 2008 - 09h26

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/10042008-0.shl

quarta-feira, abril 2

Conheça 20 serviços de internet que podem fazer sucesso ou desaparecer

Como não quero ser preso por violar direitos autorais, segue o link abaixo:

"Respeito o Copyright"

segunda-feira, março 17

China bloqueia YouTube e Google News

Saiu no dia 17 de março no plantão Info.

SÃO PAULO – A China entrou para a lista de países que bloqueia o acesso de seus usuários ao site de vídeos YouTube.

O endereço youtube.com ficou inacessível na China desde que começaram protestos na capital do Tibete, Lhasa, contra a ocupação chinesa. Segundo a Associated Press, o bloqueio se estende ao serviço de busca por notícias Google News.

Outros sites de vídeos como 56.com, Youku.com e Tudou.com, populares na China, continuam disponíveis, pois não contêm imagens da violência no Tibete.

Além da China, Turquia, Índia e Tailândia já bloquearam temporariamente o YouTube por motivos políticos. No Brasil, o site também foi bloqueado em 2007 por ordem judicial. Na época, a Justiça visava impedir que um vídeo com a apresentadora Daniela Cicarelli fosse veiculado no site.

Essa matéria vale para pensarmos na questão da democracia ou liberdade da internet, que já está sendo controlada. (sociedade de controle, lembra?)

segunda-feira, março 10

quinta-feira, março 6

Sobre Redes Sociais

Segue o link, pois a matéria é em mais de uma página...

quinta-feira, janeiro 31

25 Sites We Can't Live Without


Cada site tem uma descrição.Não coloquei aqui para não ficar muito grande.Mas é só acessar o link http://www.time.com/time/specials/2007/article/0,28804,1638266_1638253,00.htmlEssa é a versão americana da Time.Temos a brasileira, no link http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/01/31/os-13-sites-indispensaveis-da-internet-brasileira/

Amazon.com - BBC.co.uk - Citysearch.com - Craigslist.org - Del.icio.us - Digg.com - Ebay.com - ESPN.com - Facebook.com - FactCheck.org - Flickr.com - Google.com - HowStuffWorks.com - The Internet Movie Database - YouTube - Kayak.com - National Geographic.com - Netflix.com - Technorati.com - TMZ.comUSA.gov - Television WithoutPity.com - WebMD.com - Wikipedia.org - Yahoo.com

PS: quem enviou esta contribuição foi o Gustavo eu só editei